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domingo, 30 de setembro de 2018

Parabéns Majo

Para este dia tão especial queria poder me expressar com as palavras mais bonitas do universo e com elas dizer o quanto você é especial. Mas a verdade é que não existem palavras suficientemente perfeitas e capazes de demonstrar todas suas qualidades. Feliz aniversário, amiga! Você é linda, por dentro e por fora. Você é uma amiga como não há igual. Estas palavras foram escolhidas pelo meu carinho e toda a amizade que sinto por você. O mesmo carinho que me inspira a desejar-lhe toda felicidade do mundo, hoje e sempre.
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sábado, 22 de setembro de 2018

É ela quem chega ... Linda ... perfumada e ... colorida


No âmago desse terráqueo mundo
as raízes confidenciam seus segredos
o som suave dos clarins
soa dentro da terra
e os arautos sutis
acordam as cores
e o perfume das flores
para a doce magia de viver

Na mata os novos pássaros
ensaiam árias diversas
unindo suas vozes
ao coro dos bem te vis

Sons diferentes fazem
uma bela sinfonia
borboletas bailam
felizes e alvoroçadas

Um olhinho maroto
dá uma piscadela
um largo sorriso em cada corola
o que era um delicado botão
floresce, linda e faceira
fazendo um composê de cores
num belíssimo arco de flores

E nesse espaço multicor
os poetas captam a energia
da deusa primavera
que chega coroada
por um manto de flores
nos braços uma infinidade de cores
das mais belas e exuberantes flores

Primavera outra vez!
É o florescimento da vida
que por fidelidade à obscura semente
desabrocha na estação primaveril
deixando no ar a doce fragrância
das flores, tão belas e tão efêmeras!
Gracita
54ª Edição do Poetizando e Encantando
Participando destaorganizada pela Lourdes

em seu blog Filosofando na Vida

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Existencialismo fútil

Era uma noite sem véu
Um céu desprovido de estrelas
e num cantinho do céu
uma lua fininha espia o meu sofrer

Algo em mim dói
não sei o quê
sinto que ainda dói
intenso e profundo
flui e corrói
e lentamente meu sonho
destrói

É uma dor que não sei explicar
não por doer ou existir
é uma dor do ser ausente
que ficou no passado
deixando-me só no presente

Algo me dói
e como cansa esse doer
nenhum fio de esperança
faz essa dor tornar-se mansa

E nesse existencialismo fútil
 vivo um dia... depois o outro
e essa dor que não se cansa
e não pára de doer

Quem sabe numa outra noite sem véu
quando as estrelas estiverem
acesas no céu
o seu coração se canse
de tanto me fazer sofrer
e você volta para os braços meus
(Gracita)

domingo, 16 de setembro de 2018

53ª Edição do Poetizando e Encantando

Alcova de amor

Preparaste com esmero e romantismo
a nossa linda alcova de amor
ornada com rosas adamascadas e perfumadas
Vamos nos embriagar com o cálice aromatizado do amor

Olho para o azul oceânico dos teus olhos
me embriago na ondulação da tua retina azulada
Seu olhar é uma mar de águas revoltas
e eu sou a placidez de um rio de amor

Cada vez que olho pra nós dois
revivo o agora, o antes e o depois
são momentos de cumplicidade
vividos em completa ambiguidade
na nossa alcova de amor

Eu, sem você, não tenho porque
porque sem você não há razão de ser

Sem você sou chama sem luz
sou jardim sem luar
sou luar sem amor

Eu sem você sou apenas desamor
Sou um rasgo de amor

Somos dueto de uma canção
 somos clave de sol na poesia
somos o timbre da melodia
somos verso, rima e canção
na sinfonia  do amor
orquestrada na nossa alcova de amor
(Gracita)
Participando da BC proposta pela amiga Lourdes Duarte
Venha poetizar e interagir também
Acesse o link do blog Filosofando na Vida

sábado, 15 de setembro de 2018

Paisagens da Memória

Viajando pelas paisagens de minha memória
passeio pelas páginas amarelecidas da minha vida
vejo a imagem do teu rosto tatuado nos labirintos
dos meus antigos sonhos e vagueio
pelo incansável e sinuoso túnel do tempo
em busca do retrato pintado com a aquarela do amor

E no reflexo das lembranças da vida
uma luz intermitente reluz
são os recortes da saudade
que voltam como retalhos de esperança

Perco-me na imensidão de minhas memórias
no recanto escuro da solidão tento te encontrar
um vazio, um arrepio, um trêmulo calafrio

Nesta longínqua distância que o tempo ignora
busco a chama adormecida
de um amor impossível de esquecer
Vivo a delirante saudade de uma eterna lembrança
de um amor que deixou marcas profundas
nas páginas já corroídas da minha vida
(Gracita)

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Tantos tamanhos

Com uma grande fita
medi o tamanho da alegria
faltou-me um pedaço de fita
o que sobrou foi a fantasia

Maravilhada com aquela medida
tentei medir o tamanho da amizade
A fita não foi grande o suficiente
porque amizade combina com liberdade

Pensei em medir a ternura
usei a fita da conjectura
depois de tantas pressuposições
a medição ficou por conta da leitura

Passei a medir o afeto
pois esse não guarda desafeto
afeto não se mede com fita de metro
melhor interfonar pro inmetro

Quem sabe eu consiga medir o mundo
o diâmetro era monumental
não encontrei nenhuma fita
de tamanho tão colossal

Tantos tamanhos... tantas tentativas
nenhuma prerrogativa de sucesso
devaneios de uma mente poeta

Sonhei com o tamanho do verso
escrevi um poema complexo
e não decifrei os mistérios
que envolveram os tamanhos
de todos os envolvidos nos meus sonhos
(Gracita)

Queridos leitores amigos,
Quero registar a minha gratidão pelo carinho da sua visita
e generosidade dos comentários nestes dias em que ausente estive
Foram dias difíceis e complicados mas o tempo sempre nos oferece
um elixir balsâmico e depois de muitos goles estou de volta
O meu imenso e sincero
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