Minh’alma navega numa contínua viagem
Desbrava névoas e atravessa fronteiras
Ultrapassa o limiar do horizonte em busca do fugidio amor
Ouço o som claro das ondas batendo nas rochas
Da proa vejo a cortina rendada que emoldura o mar
No assovio dolorido do vento a minha voz não se faz ouvir
Choro abraçada com a saudade que invade meu coração
Componho versos molhados pelas lágrimas da emoção
Tenho alma de poeta e enquanto houver sonhos
vou tecendo versos de
amor porque a poesia é o meu alimento
é ela que dá forma ao grande amor que trago no peito