sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Navegando na poesia

Minh’alma navega numa contínua viagem
Desbrava névoas e atravessa fronteiras
Ultrapassa o limiar do horizonte em busca do fugidio amor

Ouço o som claro das ondas batendo nas rochas
Da proa vejo a cortina rendada que emoldura o mar
No assovio dolorido do vento a minha voz não se faz ouvir

Choro abraçada com a saudade que invade meu coração
Componho versos molhados pelas lágrimas da emoção
Tenho alma de poeta e enquanto houver sonhos
 vou tecendo versos de amor  porque a poesia é o meu alimento
é ela que dá forma ao grande amor que trago no peito