(Xilogravura - Imagem do Google)
E vem lá da Paraíba
Uma exímia poetisa
Sem delongas me diz
Tu és a rainha da cordelança
Rainha não sou e não serei
Sou escultora de palavras
Gosto de dilapidar sentires
Cordelando ou rimando
Versos simples escrever
Há quem goste da simplicidade
Leem e sentem grande prazer
Há também os pomposos
Na arte de escrever
Quando se deparam
Com a graciosidade
Rebuscam o seu dizer
O fazer poético
É grandioso e especial
Abriga todos os dizeres
sejam eles suntuosos ou genuínos
sejam eles suntuosos ou genuínos
Na composição das estrofes
singelas ou requintadas
apetece ao trovador
passar o seu recado
em versos poetisados
( Escrevinhado por Gracita)
A interação entre blogueiros poetas
é algo formidável e ímpar
Vejam que beleza de poema
a poetisa Diná escreveu
interagindo com o meu
A interação entre blogueiros poetas
é algo formidável e ímpar
Vejam que beleza de poema
a poetisa Diná escreveu
interagindo com o meu
Confirmação
Rainha da Cordelança, sim
Disse bem, eu a paraibana
Quem escreve versos assim
Que transforma em filigrana
Uma simples palavra; isto sim
É a poetisa mineira e soberana
De poética com início, meio e fim
Seus versos são portentos
O poema nasce num piscar
Não há névoa no pensamento
Que à poetisa venha transpirar
Ela faz de qualquer pensamento
Um mote, e passa a decantar
O seu nobre sentimento
Seus versos são estruturados
O poema chega enxuto e belo
É prazeroso ler seus recados
Que mostram grandeza e zelo
Um dia serão renomados
Por mérito, sem nenhum apelo
Parabéns pelo Cordel anunciado
dinapoetisadapaz
Querida amiga Diná,
Obrigada por esta pérola
que veio abrilhantar
o meu singelo rabisco
Beijinhos no core


